Impressão Literária: O Nome do Vento

Olá pessoas, tudo bem?

Hoje vamos falar de um tema muito sério: intuição, ainda mais se ela for a feminina. Eu sempre tenho intuições ótimas, mas eu as escuto? Óbvio que não, se eu tivesse escutado, não teria demorado tanto tempo para ler O Nome do Vento, escrito pelo Patrick Rothfuss, que já se tornou um dos meus livros preferidos da vida (comentei no Listinha: Livros de Fevereiro / Março).

Sim gente, esse livro foi mais um que desenterrei do meu livreiro e resolvi ler: mal sabia eu que me apaixonaria tanto pela história do Kvothe, um homem jovem que é uma lenda viva e dono da pousada Marco do Percusso.

– Era um daqueles dias perfeitos de outono tão comuns nas histórias e tão raros na vida real.

No inicio da história iremos nos deparar como Kote, o dono da estalagem, ele é amigável, cabelos vermelhos, não tem muita clientela e é novo na cidade junto com o seu aprendiz Bast. Mas ao decorrer da história e a parti do momento que o cronista aparece, começamos a conhecer Kvothe que informa ao cronista que só serão necessários três dias para contar sua história verdadeira (ou seja, para cada livro que é lançado, um dia se passa ele contanto sobre suas aventuras) e nesse livro acompanhamos a trajetória dele desde que andava com a trupe de sua família até quando ele se torna um Re’Lar na Universidade.

– Ótimo. Ela não flutuou. Nunca se deixe enganar enxergando coisas que não existem. Há uma diferença sutil, mas a simpatia não é uma arte para quem tem espírito fraco.

Confesso que os 7 primeiros capítulos foram bastante arrastados para mim, acredito que tenha sido por isso que na primeira vez que tentei ler simplesmente abandonei, mas após essas páginas, eu devorei e tenho que confessar que só não fiz a leitura mais rápido porque as aulas da faculdade voltaram – ou seja, agora minha mente fica mais lenta que tudo – e estava economizando as páginas.

Você verá o Kvothe narrando a sua vida e alguns momentos rola os interlúdios mostrando as coisas que estão acontecendo no momento, me senti como quando meu psicanalista estalava os dedos para que eu retorna-se para a realidade após uma sessão de hipnose. Nesse livro até o romancezinho que aparece é tão gostoso de ser lido, que em muitos momentos senti meu coração sendo aquecido.

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Fiz várias marcações, houveram capítulos inteiros que me apaixonei, como por exemplo o 59, que capítulo!

Cara, eu recomento muito que você leia esse livro, principalmente se gostar de histórias com magia, idade medieval e jornada do herói. Não quero contar mais coisas que sinto que posso dar spoilers, embora eu não me incomode com as pessoas falando coisas que acontece nos livros – eu até prefiro – não quero cometer essa gafe com quem não gosta e bem honestamente, adoraria que você começasse a ler este livro. Ele assusta, talvez, tem ao todo 650 páginas, isso porque é só o primeiro. O segundo é bem maior e já tenho ele aqui, mas a leitura será prorrogada para alguns meses e o terceiro livro ainda não se sabe quando será lançado.

– Da onde acha que vem as histórias, E’lir Kvothe? Toda história tem raízes profundas em algum lugar do mundo.

Tá ai uma dica de um livro que você vai gostar, nunca li ou vi uma resenha negativa do O Nome do Vento.

Bom, obrigada pela companhia e até mais. Beijos.

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