[Conto] O Cão – Leonel Caldela

Vamos falar sobre um conto?

Olá, tudo bom?

Semana passada, em um dia especifico que eu apenas pude levar meu Kindle para o trabalho, resolvi que, ao invés de adiantar as leituras de livros que eu estava, iria ler um conto.

Confesso para vocês que eu tenho um pouco de preguicinha de ler contos, na verdade não acho que é preguiça, mas sim que não tenho o costume, então, como eu já havia prometido lá no InstaStores resolvi pegar O Cão do Leonel Caldela para ler… e foi a melhor coisa que fiz na minha vida.

Tentarei não dar spoilers, mas sabe quando você começa a ler algo e fica cheia de interrogação na cara? Pois bem, logo no inicio percebemos que o personagem principal está relatando suas memórias de um tempo que há muito já fora. Não sabemos o seu nome, apenas sabemos que ele é chamado por todos de Príncipe e o pai dele é o Duque.

O narrador vai começar o seu relato falando de quando ele ganhou o cão, ainda quando era pequeno, não sabendo ao certo qual era a sua idade. Por aconselhamento de sua mãe, não foi definido o nome para o Cão pois o Príncipe poderia dar um nome infantil demais e o próprio Príncipe conta que no final não acabou dando nome nenhum pois não se cria um nome para algo que sempre esteve ali.

Um dia, enquanto o Príncipe estava trancado em seu quarto pois estavam em guerra, seu pai entra no quarto cheio de sangue, vermelho e azul, e diz que conseguiram ferir uma das fadas e que houve um cessar fogo e que a corte da fada iriam para conversar com eles.

Mas o pequeno vai perceber, quando as fadas chegam, que elas são frias, com exceção do Rei, os outros membros da corte são todos iguais. O Rei das fadas pede para o Duque deixá-lo estudar o Príncipe, pois ele queria muito ter um filho.

Bom, vou parando por aqui, senão direi mais do que o necessário, mas posso garantir que as interrogações que você fica no inicio do conto se transformam ao final em uma boca aberta falando UAU… pelo menos foi assim comigo. Em pouquíssimas páginas, o Leonel Caldela consegue te prender em uma armadilha que, mesmo após dias da leitura, eu fiquei me perguntando como não havia percebido tudo antes.

Acho que a maior magia para mim, foi que eu não havia visto nada da ficha catalográfica do conto. Então quando eu li o gênero que ele se classificava, ficou mais evidente, que muitas vezes a ignorância é uma benção, pois nesse caso me proporcionou uma experiencia totalmente ingênua.

Fica a minha dica para que vocês leiam o conto. Ah, lhe digo mais, o conto está no Kindle Unlimited.

Um grande beijo e até mais.

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