[Livro] Rangers: Ordem dos Arqueiros – Imperador de Nihon-ja

Olá, tudo bem?

Ah, essa sensação de missão quase cumprida para com as leituras de Rangers só está me dando mais energia para 2019 termos muito mais disso por aqui. E se você chegou aqui nessa postagem e não leu ainda Rangers, recomendo que veja a primeira postagem, pois as seguintes e até mesmo essa pode conter spoilers:

  1. Rangers: Ordem dos Arqueiros – Ruina em Gorlan
  2. Rangers: Ordem dos Arqueiros – Ponte em Chamas
  3. Rangers: Ordem dos Arqueiros – Terra de Gelo
  4. Rangers: Ordem dos Arqueiros – Folha de Carvalho
  5. Rangers: Ordem dos Arqueiros – Feiticeiro do Norte
  6. Rangers: Ordem dos Arqueiros – Cerco a Macindaw
  7. Rangers: Ordem dos Arqueiros – Resgate de Erak
  8. Rangers: Ordem dos Arqueiros – Reis de Clonmel
  9. Rangers: Ordem dos Arqueiros – Halt em Perigo

Spoiler

Basicamente a maioria das aventuras que lemos tinha inicio com o Halt ou o Will (tirando o resgate do Erak) a maioria tinha os arqueiros se metendo em alguma enrascada, mas essa não, quem se meteu na enrascada foi o Horace, ou melhor dizendo, o Ora’ss-san.

Indo para o outro lado do planeta, Horace está em uma missão para conhecer o poder militar dos Ninhon-jam, povo que tem o costume totalmente oriental (os japoneses no nosso mundo) e ele não está só, está com o George, você se lembra quem é? Pois bem, é um dos protegidos em Redmond que virou advogado, estava pensando que era uma pena que o Jhon Flanagan não falava desse personagem, quando fui pega de surpresa lendo sobre ele e como estavam sendo bem recebidos pelo Imperador.

Por falar em Imperador, ele é um personagem muito cativante aqui neste livro. Ele é como se fosse o complemento do Halt. Espera, espera, espera… você está entendendo algo? Hehe, vamos falar primeiro o que é a trama da história:

Uma importante missão leva Horace à exótica corte de Nihon-Ja, um país distante, com uma cultura muito diferente, totalmente baseada em honra e tradição. E vários meses se passam sem que o cavaleiro envie alguma informação a Araluen. Preocupados, Will, Alyss e Evanlyn partem em busca de notícias de seu amigo. Em pouco tempo, a verdade vem à tona: alguns inimigos do imperador de Nihon-Ja haviam se rebelado, e Horace decidira ajudar o legítimo líder da nação na luta para derrotar seus arrogantes opositores. O quarteto araluense se reúne e os três recém-chegados decidem se juntar a Horace na defesa do trono do imperador. Mas, para isso terão que realizar uma tarefa quase impossível: transformar fazendeiros e pescadores em guerreiros preparados para combater um inimigo poderoso.

O começo do livro estava bem arrastado para mim, devo confessar, até cheguei a pensar se eu que estava enjoada dessa saga. Porém, conforme foi avançando a leitura e intercalando os dois grupos (o do Horace e o grupo do Halt), foi me instigando a leitura. Sem falar, que esse é o tipo de história que se crianças crescem acompanhando as aventuras, elas terão pra si, como eu tive Harry Potter.

É um dos maiores livros, com mais de 400 páginas, mas que chegando em um ponto, você devora o livro e nem percebe.

Mais um livro dessa série que amei.

Beijos e até mês que vem, em que lerei Rangers Ordem dos Arqueiros 11. Histórias Perdidas

😉

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